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E NÓS, ONDE VAMOS?

Findo o XXV Campeonato Brasileiro Individual, regra dos 12 toques com bola, realizado em Goiânia no período de 30 de maio a 02 de junho, poucas coisas podemos destacar, a não ser a bela organização do pessoal da Federação Goiana, tendo à frente os colegas Waldomiro Riemma e o  Renato Borges.

Gostaríamos de estar falando de nossa participação destacando os títulos conquistados por nossos atletas, porém, mais uma vez, tivemos uma participação apenas regular, sem maiores destaques. Resta-nos o orgulho e a alegria de termos participado de tão importante evento.

O Nordeste foi representado por onze atletas, sendo seis do estado de Alagoas, dois de Pernambuco, dois do Ceará e um do Piauí. Dessa nossa delegação as melhores classificações ficaram com o ÉDER SÉRGIO (da AABB Caruaru), sétimo lugar da primeira divisão na categoria Máster; Renato (do Carcará das Alagoas) foi o quatro da segunda divisão da categoria adulto. Roberto e Walmir também do Carcará alagoano ficaram com o nono e décimo primeiro lugares na primeira divisão da categoria Máster. Regis, representando o Piauí, foi o décimo segundo da primeira divisão também da categoria Máster.

Tivemos ainda alguns atletas bem classificados na terceira divisão, conquistada pelo alagoano Joaquim Sávio. O cearense Manoel Moura ficou com o troféu de terceiro colocado nessa categoria. Lyra, atleta do Carcará, ocupou o quarto lugar e o Zeh Edson (AABB Caruaru) foi o quinto colocado.

Diante do que observamos acima, dá pra sentir que nossa participação não foi das melhores. Aí perguntamos: O que se passa com o nosso futebol de mesa? Quando teremos melhores colocações nos pódios desses certames nacionais? Onde estamos errando? O que nos falta para termos condições de enfrentar os atletas de ponta? Sinceramente ainda não temos a resposta para tudo isso.

Sabemos que o ambiente em algumas regiões não é dos melhores. Temos notícias de rachas em Pernambuco e Piauí. Também temos uma grande dificuldade em renovar os nossos adeptos da bolinha de feltro. Alguns daqueles que consideramos os melhores não participam de competições nacionais, por motivos diversos. Então temos que admitir que existam problemas cujas soluções não são das mais fáceis.

Sempre defendemos o diálogo, porém reconhecemos que o futebol de mesa, por ser um esporte individual, tem uma forte tendência para o egoísmo. Há aqueles que estão num nível melhor, é certo. Porém a maiores desses não gosta nem de treinar com aqueles considerados fracos e esses jamais terão condição de melhorar de nível sem um treinamento efetivo.

Conclusão: os tops não estão com essa Coca-Cola toda e os pequeninos jamais crescerão. Entretanto deixemos a velha e boa máxima que: TODA REGRA TEM EXCEÇÃO. E você? Você está incluído em qual classe?

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