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ENTREVISTA COM MARCELO UCHOA


 

Hoje, o nosso bate-papo é com o amigo Marcelo Uchoa, o grande líder do futebol de mesa da APCEF, clube dos funcionários da Caixa.

 

 Marcelo é desses caras que você fala com ele pela primeira vez e tem a sensação que já o conhece há bastante tempo; ele também foi fisgado pela paixão que o futebol de mesa costuma nos impor. Diz que no seu caso essa paixão se tornou viciante e que já não consegue passar muitos dias longe das mesinhas e dos amigos que praticam essa modalidade esportiva. Ele diz ser muito grato ao amigo SHAOLIN, sem o qual não estaria jogando hoje.    

 

Para ele tudo começou quando seu amigo Ivanildo (lembram do Shaolin ?),  lhe mostrou alguns times e outros itens peculiares ao jogo de botão. Isso reacendeu de imediato a vontade de voltar aos bons tempos de criança; a partir daí comprou a ideia e foi logo providenciando a confecção de um campo em MDF. Depois disso, foi logo divulgando aos seus amigos e os primeiros confrontos logo surgiram em sua residência. Daí as origens da ARENA GOMES UCHOA e a CONFRARIA GOMES UCHOA. Nesse período a Internet foi sua grande aliada na busca por novidades sobre o futebol de mesa.

 

Horário e algazarra desses encontros, embora houvesse rodizio de locais de jogos, logo provocaram reclamações das patroas; Pronto! Estava criada a alternativa de transferir os jogos para a APCEF, clube dos funcionários da Caixa. Lá o pessoal podia ficar mais à vontade. Conseguiram que o Clube comprasse duas mesas, montaram sua nova arena e começaram a treinar fundamentos. Esses treinamentos às vezes são transferidos para AABB, clube com uma estrutura impecável para a prática do futmesa.  

 

Vale lembrar que Marcelo começou a disputar o campeonato pernambucano como atleta da AABB Caruaru, de quem ele não se sente totalmente fora. Conta que ficou muito triste em deixar o azulino da Av. Amazonas, mas tinha a missão de disseminar o futebol de mesa junto aos seus colegas da Caixa Econômica Federal, dando mais visibilidade a esse esporte. Com orgulho ele diz que AABB e APCEF são grandes parceiros e os atletas desses clubes sempre estão juntos.

 

Ele está cheio de planos para o seu clube, o mais novo filiado da FPFM. A curto prazo pretende montar equipes nas categorias sub-16, sub-18, adulto e máster; almejando conquistas a médio prazo. Também está batalhando a construção de uma sala exclusiva para o futebol de mesa daquele clube, o que permitiria sediar etapas do campeonato estadual. Acredita que isso será possível já em 2016.

 

Quanto a algum destaque já observado no seu time, Marcelo elegantemente evita citar nome. Diz apenas que é uma perola que está sendo lapidada pelos professores Éder Sérgio e Dido.

 

Quanto aos seus ídolos no futemesa pernambucano o nosso entrevistado diz que são o Éder Sérgio e o Armandinho. Esses, segundo Marcelo, sempre vão se destacar pelo que fizeram e fazem em prol do nosso esporte. .

 

Perguntamos-lhe como classificaria o nível do futebol de mesa praticado em nosso Estado e ele nos responde que considera de bom nível e que precisamos formar equipes e treinar bastante, além de mais intercâmbios a fim de melhorar nossas classificações em competições nacionais.

 

Sempre dissemos que achamos o futemesa um esporte bastante caro, coisa que o nosso entrevistado não concorda. Ele acha que o grande problema é a dificuldade de encontrar lojas que vendam times e demais acessórios.

 

Sobre a nossa regra, Marcelo diz que mudaria alguma coisa. Tipo poder chutar de qualquer local do campo. Segundo ele, isso aumentaria as possibilidades de gols.

 

E sobre o futebol de mesa em Caruaru, o que nosso amigo acha?

 

- Estamos enveredando num caminho muito positivo; estão surgindo mais competições em nossa cidade; alguns projetos sociais estão sendo debatidos. Falta apenas chamar a participação de todos para a implementação.  

 

Perto de terminar nosso bate-papo, quis sua opinião sobre o egoísmo exacerbado existente no futebol de mesa, até com uma certa razão por ser um esporte predominantemente individual. Aí o nosso entrevistado fala que é preciso se policiar quanto a essa questão, afinal o princípio maior desse esporte é a AMIZADE, não podendo esse ficar em segundo plano.

 

Ok, Marcelo! Grato e muito sucessos!

 

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